Quando mergulha na semiescuridão do Oceanário de Lisboa, move-se como peixe no mar. Quase três décadas após ter projetado aquela ilha artificial para a Expo’98, ainda parece deslumbrar-se com a obra que criou — ou talvez mais com o que ela contém. Para o arquiteto norte-americano Peter Chermayeff, um aquário nunca foi apenas um edifício: é arquitetura, design, cinema, engenharia e vida selvagem em movimento